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Alfazema

Lavandula angustifolia

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É impossível não gostar dela e da sua fragrância que nos persegue até ao mais ínfimo recanto do imaginário colectivo. São pequenos arbustos, perenes e as flores são de cor azul ou violeta, florescendo de Junho a Setembro. Gosta de solos pobres e secos com exposição solar. A alfazema é sedativa, digestiva, anti-reumática e anti-inflamatória, anti-séptica, cicatrizante, relaxante, redutora da fadiga e insecticida. As flores são utilizadas cristalizadas para aromatizar compotas, gelados, vinagres, saladas, infusões, sopas e guisados.


Envio de plantas através da loja-online apenas disponível para Portugal continental. Para Açores e Madeira, por favor contacte-nos.

Descrição

Nome vulgar:

Alfazema, alfazema-verdadeira (ENG: English Lavender)

Família:

Lamiaceae

Nome científico:

Lavandula angustifolia

Origem:

Europa Mediterrânica

Habitat:

Encostas, sebes, solos secos e rochosos, frequentemente em solos calcários.

Ciclo de Vida:

Perene

Preferências de cultivo:

O pH do solo não é limitante, consegue crescer em solos alcalinos assim como em salinos. Não se desenvolve à sombra. Prefere solos secos ou húmidos, tolera a aridez e a exposição marítima. Exposição solar é fundamental. Quando os solos são ricos tendem a desenvolver mais folhas e menos óleos essenciais. Deve-se regar o menos possível.

Forma de propagação:

Sementes – semear entre Maio a Julho ao ar livre e de Abril a Junho em estufa. Amadurecem entre Agosto e Outubro

Características ornamentais:

Floração de Julho a Setembro. H: 1 m, ᴓ 0,5 m

Descrição dos cheiros e sabores:

Aroma e sabor doce, floral e canforado.

 

Propriedades da Alfazema:

Medicinais:

Relaxante. O óleo essencial aplicado na pele tem propriedades antisépticas (combate a bactéria da febre tifóide, difteria, Streptococcus e Pneumococcus), trata queimaduras, ferimentos, picadas, úlceras, previne as rugas e regenerador. O óleo obtido das flores é ainda antiespasmódico e tónico, trata o mau-hálito, alívia as dores de cabeça e combate o carminativo (flatulência). Utilizado como antídoto de veneno de cobra. Recomendada para nervosismo, insónias, problemas no sistema circulatório, dispepsia (indigestão) e falta de apetite. Em cosmética, os cremes com essência de alfazema aumentam a regeneração celular.

Condimentares:

As flores são utilizadas cristalizadas para aromatizar compotas, gelados, vinagres, saladas, infusões, sopas e guisados.

Observações:

Não se deve aplicar os óleos essenciais na pele durante longos períodos de tempo porque pode causar irritações ou alergia. As folhas e as flores possuem propriedades sedativas. A flor e partes aéreas tem ação anti-séptica, anti-inflamatória e estimulante sob a circulação. Não ingerir óleo essencial durante a gravidez, lactação, crianças menores de 6 anos ou em pessoas com gastrites, doenças intestinais ou com dores neurológicas.

Pragas e doenças, como combater:

Homoptera e fungos. O uso das flores em saquinhos de pano evita o ataque das traças.

Poda:

A poda é feita no fim da floração. Os caules de alfazema são apanhados imediatamente antes de florescerem. As folhas podem ser colhidas a qualquer momento.

Partes utilizadas:

Folhas, pétalas e florações.

Benefícios na agricultura:

Atrai polinizadores e repela ratos e ratazanas.

Curiosidades:

Adicionar algumas gotas de óleo essencial no banho como relaxante

A combinação do alecrim, bergamota e da alfazema originaram um dos produtos mais famosos na área da cosmética e saúde: Água de Colônia 4711. Inicalmente, foi produzida como remédio em Florença – Itália, em 1508. No século XVIII, quando se começou a criar uma relação entre a higiene e a saúde, a Água atingiu o seu apogeu.

A palavra alfazema provém do latim “Lavare” e é reconhecida porque “A alfazema lava, limpa e desintoxica”.

Infusão:

Aquecer a temperatura até cerca de 85ºC, deixar 3g/L em infusão durante 5 minutos, coar e servir. A cor lilás suave invade-nos com o seu aroma fortemente perfumado que nos leva numa viagem por Provença. O seu sabor intenso revela-se ácido com notas florais.


Fontes:
Bown, D. (1995) The Royal Horticultural Society – Encyclopedia of Herbs & Their Uses, London, Dorling Kindersley
Cunha, P., Silva, A, Roque, O. (2012) Plantas e produtos vegetais em Fitoterapia, 4ª ed, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Cunha, P., Ribeiro, J., Roque, O. (2009) Plantas Aromáticas em Portugal Caracterização e Utilizações, 2ªed., Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Cunha, P., Roque, O., Gapar, N. (2013) Cultura e Utilização das Plantas Medicinais e Aromáticas, 2ªed, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Plants for a future, 1996-2013, Plants for a Future, www.pfaf.org, julho 2013

Notas:
O Cantinho das Aromáticas não se responsabiliza por nenhum efeito adverso do uso da planta. Deve sempre consultar um profissional antes de utilizar a planta para fins medicinais!
Imagem meramente ilustrativa. O estado de desenvolvimento da planta encomendada poderá não corresponder à imagem, sendo que o porte da mesma poderá variar com a espécie e com época do ano. Vaso 9, 10, 12 ou 14

Informação adicional

Peso 600 g

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