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Produtos » Jardinagem » Plantas em Vaso » Plantas Condimentares » Alecrim ‘Prostratus’

Alecrim ‘Prostratus’

Rosmarinus officinalis

1.50

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Espontânea no centro e sul do país, esta planta é presença marcante no nosso mundo rural. A floração pode ocorrer diversas vezes ao ano. Recomendada para taludes, zonas inclinadas ou vasos, porque assume um hábito de crescimento horizontal, cobrindo áreas enormes e estabelece um eficiente controlo de infestantes. É muito prática em zonas de solos mais pobres ou inacessíveis.


Envio de plantas através da loja-online apenas disponível para Portugal continental. Para Açores e Madeira, por favor contacte-nos.

Esgotado

Descrição

Nome vulgar:

Alecrim ‘Prostratus’, alecrim, alecrinzeiro, alecrizeiro, alecrim-da-terra, rosmano, rosmaninho (ENG: Rosemary)

Família:

Lamiaceae

Nome científico:

Rosmarinus officinalis

Origem:

Região Mediterrânica

Habitat:

Litoral mediterrânico, espontâneo em charnecas e matagais

Ciclo de Vida:

Perene.

Preferências de cultivo:

O Alecrim ‘Prostratus’ necessita de uma boa exposição solar, temperaturas elevadas e solos alcalinos para o seu bom desenvolvimento. Se a planta estiver em solos calcários tende a ser mais aromática, tolera exposição marítima e solos secos. O Rosmarinus officinalis resiste até temperaturas a rondar os -15ºC, portanto deve ser protegida no inverno. Tolerante à poda, a planta consegue renascer dos ramos mais envelhecidos.

Forma de propagação:

Sementeira – As sementes amadurecem entre Agosto e Outubro e devem ser semeadas na primavera, pode ainda fazer estacas caulinares e transplantar no outono ou na primavera.

Características ornamentais:

Floração de Março a Outubro. H: 1,5 m, ᴓ 1m

Descrição dos cheiros e sabores:

Aroma balsâmico e a cânfora.

 

Propriedades do Alecrim ‘Prostratus’:

Medicinais:

Promove o apetite e combate a anorexia. O Alecrim ‘Prostratus’ é ainda utilizada em casos de perturbações digestivas (como a flatulência e digestão lenta) particularmente, quando originados por alterações hepatobiliares.

Condimentares:

O Alecrim ‘Prostratus’ aromatiza pratos de carne, queijos. É fortemente aromático, quente e apimentado, com notas de pinho e cânfora, o alecrim tem um sabor pouco discreto. Use-o nos assados e marinadas, mas atreva-se também a usa-lo em pães e na doçaria. Combine com hortelã, segurelha, salva, tomilho ou orégãos.

Contra-indicações:

Não é recomendado para grávidas ou mulheres em lactação, crianças com idade inferior a 6anos, assim como doenças neurológicas acompanhadas de tremores ou convulsões.

Em doses elevadas pode provocar irritações gastro-intestinal, nefrite, intoxicação, irritações na pele, síndrome do cólon irritável, doenças inflamatórias do intestino.

Partes utilizadas:

Folhas

Para a agricultura:

Plantado junto de plantas que são atacadas por alídios protege-os destes.

Os ramos de alecrim frescos colocados entre roupa evitam as traças.

Curiosidades:

Usado na apicultura.

Em estudos sobre a Grécia Antiga, descobriu-se que os habitantes utilizavam-o sobre a cabeça para melhorar a memória. No antigo Continente, tem-se por crença colocar ramos de alecrim debaixo dos travesseiros para afuguentar maus espíritos além de ser utilizado em cerimónias pelas noivas para promover amor e fidelidade, é ainda utilizada em funerais para assegurar recordação. A espécie simboliza a amizade e a lealdade. É dito que “se um arbusto de alecrim cresce vigorosamente no jardim, a mulher é a cabeça da casa”.

Atenção: Não confundir com o rosmaninho (Lavandula sp.) por causa da afinidade do género do alecrim, Rosmarinus.


Fontes:
Bown, D. (1995) The Royal Horticultural Society – Encyclopedia of Herbs & Their Uses, London, Dorling Kindersley
Cunha, P., Roque, O. (2011) Plantas Medicinais da Farmacopeia Portuguesa, 2ªed, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Cunha, P., Silva, A., Roque, O. (2012) Plantas e produtos vegetais em Fitoterapia, 4ª ed, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Cunha, P., Ribeiro, J., Roque, O. (2009) Plantas Aromáticas em Portugal Caracterização e Utilizações, 2ªed., Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Cunha, P., Roque, O., Gapar, N. (2013) Cultura e Utilização das Plantas Medicinais e Aromáticas, 2ªed, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
Plants for a future, 1996-2013, Plants for a Future, www.pfaf.org, agosto 2013

Notas:
O Cantinho das Aromáticas não se responsabiliza por nenhum efeito adverso do uso da planta.
Deve sempre consultar um profissional antes de utilizar a planta para fins medicinais!
Imagem meramente ilustrativa. O estado de desenvolvimento da planta encomendada poderá não corresponder à imagem, sendo que o porte da mesma poderá variar com a espécie e com época do ano. Vaso 9, 10, 12 ou 14

Informação adicional

Peso 600 g

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