Na capa do Público e da Fugas

2012 tem sido um ano de grandes mudanças no panorama da futura agricultura portuguesa. A prová-lo, os milhares de projectos apresentados em sucessivas candidaturas ao PRODER, nas mais diversas áreas deste sector, num movimento sem par na história do quadro comunitário. Há quem diga que é da crise, da falta de emprego ou de oportunidades, outros que fruto da conjuntura, romantismos outrora recalcados emergem.
Há quem pense, como eu, que para além destes factores conjugados, está a dar passos largos uma nova revolução, a do indivíduo, que lentamente toma consciência da forma como o mundo que o rodeia e do qual depende, está a evoluir. E de que não é superior a tudo isso, antes faz parte de um emaranhado complexo de relações que permitem a sua existência nesta espécie de milagre incrível que é o nosso hospedeiro, o planeta Terra.
Apesar de tudo, a maior parte destes novos rurais tem um longo caminho a percorrer, de investimento, resiliência, preserverança, criatividade, trabalho duro, capacidade de organização, pessoal e colectiva.
Alimento a esperança de ver o meu país a produzir da Terra múltiplos produtos, de qualidade superior e em quantidade suficiente para fazer face aos mercados mais exigentes, interna e externamente. Para isto ser possível, e além dos múltiplos factores inerentemente óbvios para que qualquer projecto chegue a bom porto, é necessário amar o que fazemos, amar o que é nosso, apostar de alma e coração naquilo em que acreditamos.
Hoje mais um jornal de referência publica nas suas capas uma caixa sobre agricultura, as plantas aromáticas e o trabalho que temos desenvolvido ao longo dos últimos 10 anos. Só este ano, é a quarta vez que o assunto é capa.
Enche-nos de orgulho pensar em todos aqueles que já ajudamos a instalar como agricultores nesta e noutras áreas, e que fazem parte da nova vaga de agricultores/cavalheiros/seres humanos de consciência crescente, que apostam tudo numa forma de estar verdadeiramente sustentável, privilegiando outros valores que não só os materiais. Enche-nos de orgulho saber que, de forma pró-activa, temos contribuído para a mudança.

O meu Belmirismo é pequenino!!!

Na ausência de um link à notícia publicada pelo JN deste Domingo, deixo-vos uma cópia digital do artigo assinado por Daniel Deusdado. Muita gente reclamou do título da reportagem, mas aqui fica, em contexto, a possível explicação: Uso frequentemente a expressão “o meu belmirismo é pequenino” para tentar explicar que as minhas ambições materiais são pequenas também!!! A redacção terá optado por fazer daqui o título da reportagem!!! E pronto, já está, sim?!!!

Preciso de encontrar um recanto, cheio de carvalhos antigos e com uma linha de água limpa, algures em Terras de Basto (Minho ou Trás-os-Montes). Um local onde até a vista alcança, não enxergue casas e outro tipo de ruídos!!! Não preciso que tenha qualquer casa, preciso é de uma área superior a 5 hectares para ali desenvolver o meu futuro ecossistema agrícola. A preços de terreno agrícola e não do metro quadrado para o sô tôr do Porto que ali vai fazer a sua casa de fim-de-semana!!! Alguém conhece um lugar assim em Terras de Basto?! luisalves@cantinhodasaromaticas.pt

Cantinho na Time Out Porto

25 números depois da primeira edição, na qual tivemos o privilégio de estar, eis que a Time Out Porto dá novamente destaque ao Cantinho das Aromáticas, numa excelente lição sobre como adquirir plantas aromáticas!!! Vale a pena!!! E digam lá se as nossas plantinhas não ficaram bonitas nos vasinhos todos catitas?! Pois ficaram!!!

 

Onde comprar e onde aprender, muito importante!!! E só o Cantinho das Aromáticas se repete!!! Bem bonitas as nossas plantinhas!!! São de agricultura biológica!!! Para levar para casa e durar, não para falecer ao fim de uma semana!!! Só para lembrar os mais distraídos…

Conquistou e espero que continue a conquistar!!! Há muitas e boas ervas para se conhecer melhor!!!

 

Frases

Este fim-de-semana ao ler uma entrevista na Notícias Magazine a Y Ping Chow, Presidente da Liga dos Chineses em Portugal, cuja família foi das primeiras a instalar-se em Portugal, nos anos 50 (o avô chegou em 1930), deparo-me com este diálogo:

É tão verdade que até assusta… enfrento esta realidade quase todos os dias, ao ser visitado por potenciais novos investidores na agricultura… bem sei que os resultados são fundamentais, mas ao passar tanto tempo a “tentar prever o resultado”, muita gente fica pelo caminho, com medo de avançar…

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Fomos capa do dia do Jornal Económico Oje!!!

Mais uma publicação a falar sobre o trabalho que temos desenvolvido, no jornal económico Oje. Desta vez a grande novidade é que… somos capa do dia, em grande destaque!!! Lá se foi a minha fantasia de vir a fazer uma primeira capa para uma revista feminina… Não se pode ter tudo na vida…